quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Os gatos

Gosto do gato do gato gosto
que é animal irracional
de fino gosto.
Tem tanto trato tanta finura
que mata o rato com requintes de ternura.

Gosto do gato do gato gosto
que é animal irracional de fino gosto.
Lembro que um dia na sacada do meu prédio
havia um gato matulão com malapata
amava ele com paixão mas sem remédio
arisca gata porque aristocrata.

Fazia versos de sardinha prateada
ramos de espinhas com cheirinho a maresia
e a gata persa com esmeraldas na mirada
nunca ligava ao carapau nem à poesia.


Gato vadio animal da minha vida
gato com cio confessando-se ao luar
gato telhado esfomeado e sem guarida
e a gata persa que só come caviar.
Gatos de rua eriçados de verdade
lambendo os restos que há no fundo do desgosto
gato Cesário dos poemas da cidade
com olhos verdes que é a cor de que eu mais gosto.


José Carlos Ary dos Santos (1937 – 1984)

Obrigada GatosManias

Mariana e Theodoro


 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Sinceramente ....

Sinceramente?
Mesmo sinceramente, eu fico triste quando realizo que afinal, "aquele" amigo que tinha como especial, afinal...esse tal de "amigo" só te procura quando precisa.
Pois é, 
hoje mais uma desilusão dessas me aconteceu. 
Saber de algo importante de um "amigo especial" pela boca de uma pessoa quase desconhecida, magoa...
pelo menos a mim magoa !!!!
Fiquei triste.... 
Já não deveria ficar triste, nem sequer me importar com isso que, infelizmente é tão "normal" acontecer.
Mas, penso eu, não é normal que aconteça de alguém que consideramos AMIGO!
Isso é coisa de pessoas vulgares que se julgam "especiais", né?
Pois é....
Mais uma vez eu confundi e coloquei um "vulgar" no lugar do especial....
Mia culpa !!!
Num rapidinho desapego desses amigos de ocasião.
E assim se vai fazendo uma seleção "natural" de quem é ou não importante nas nossas vidas.
 
Sinceramente,
JU

MJsP


domingo, 9 de fevereiro de 2014

LINDO ... das musicas mais fantásticas que já ouvi :)

A Ana quer
nunca ter saído da barriga da mãe
cá fora está-se bem
mas na barriga também era divertido
o coração ali à mão
os pulmões ali ao pé
ver como a mãe é
do lado que não se vê

O que a Ana mais quer ser
quando for grande e crescer
é ser outra vez pequena
não ter nada que fazer
não ser pequena e crescer
de vez em quando nascer
e voltar a desnascer
a Ana quer....


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Esta palavra saudade !!!



Esta palavra saudade
sete letras de ternura
sete letras de ansiedade
e outras tantas de aventura.
Esta palavra saudade
a mais bela e mais pura
sete letras de verdade
e outras tantas de loucura.
Sete pedras, sete cardos, sete facas e punhais
sete beijos que são nardos
sete pecados mortais.
Esta palavra saudade
dói no corpo devagar
quando a gente se levanta
fica na cama a chorar.
Esta palavra saudade
sabe a sumo de limão
tem o travo de amargura
que nasceu do coração.
Ai! palavra amarga e doce
estrangulada na garganta
palavra como se fosse
o silêncio que se canta.
Meu cavalo imenso e louco
a galopar na distância
entre o muito e entre o pouco
que me afasta da infância.
Esta palavra saudade
é a mais prenha de pranto
como um filho que nascesse
por termos sofrido tanto.
Por termos sofrido tanto
é que a saudade está viva
são sete letras de encanto
sete letras por enquanto
enquanto a gente for viva.
Esta palavra saudade
sabe ao gosto das amoras
cada vez que tu não vens
cada vez que tu demoras.
Ai! palavra amarga e doce
debruçada na idade
palavra como se fosse
um resto de mocidade.
Marcada por sete letras
a ferro e a fogo no tempo
Ai! palavra dos poetas
que a disparam contra o vento.
Esta palavra saudade
dói no corpo devagar
quando a gente se levanta
fica na cama a chorar.
Por termos sofrido tanto
é que a saudade está viva
são sete letras de encanto
sete letras por enquanto
enquanto a gente for viva.

Ary dos Santos


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Sentir é Vital

Saber é “apenas” um verbo. 
Podes-se viver bem, com ou sem o "saber"! Sentir? 
Sentir é vital !
NÃO HÁ viver sem sentir.


JU
(MJsP)

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Nota para mim própria

Não dar aos outros mais importância/valor do que eles me dão.
NÃO tratar com prioridade aqueles que me tratam como opção.

“Se não te importas comigo, porque hei-de eu me preocupar contigo??!!”

JU
(MJsP)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Dia 034/365


Obrigada Gustavo Santos.
Um Homem verdadiramente inspirador e motivador.
OBRIGADA

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Dia 032/365

CLUEDO

Sabias?


E depois penso que é por seres exactamente assim, sem tirar nem por, o motivo que me faz gostar de ti.
És um desafio todos os dias.
Uma irritação todas as noites.
E um sorriso na cara a todo o instante.
E se voltar atrás no tempo, continuo a achar tudo perfeito.
E pensar que havia coisas que só acontecia nos filmes!!!
Ou aos outros!!!
É que eu há merdas que não tenho sorte nenhuma, e tu és testemunha……Mas desta vez não. :)
Nem é pelo que poderá acontecer ainda. Mas pelo que já aconteceu. E agradeço-te por isso. E não é por ti. É por mim. E continuo a dizer-te que as pessoas não se cruzam comigo por acaso. Que não sou nada fácil e sou chata e pátáti…pátátá….. E que esta vidinha às vezes consegue ser estupidamente perfeita, mesmo que só percebamos depois.

acho que posso escrever “merdas” aqui no blog… ninguém ouve :p

JU
(MJsP)

Paixão

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Dia 030/365 __________Despertar ....


E assim de acorda a criança que, apesar de fazer as coisas de "adulto" teima em não crescer :)

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Dia 027/365


Guardei-te para mim...

Hoje era daqueles dias em que me apetecia falar de ti.
Assim tipo, sem escolher as palavras, e não pensar nas frases.
Falar de peito aberto a quem quisesse ouvir e gritar para obrigar a ouvir quem não quisesse ouvir.
Falar de ti de coração a transbordar de ti.
Queria chamar os estranhos que se sentaram ao meu lado naquele café, e dizer-lhes que existes.
Descrever-te-ia da melhor forma que pudesse
Contava-lhes como esse sorriso mexe comigo. Queria descrever o jeito da tua boca, o movimento do esticar dos teus lábios, e contava os traços que a tua pele faz quando ris. E queria imitar o som da tua gargalhada. E esse fechar de olhos, no ínfimo segundo em que coordenas a respiração e o suspiro profundo.
Queria dizer-lhes ao que sabes. Porque essa história de todos os homens saberem ao mesmo, é nos livros, e nos filmes.
As descrições roçam numa unânime poesia de sabores que pretendem encher a alma.
Quanto a ti poupo nas palavras. Sem pretensões, porque esse teu paladar sacia-me. Queria dizer ao que cheiras. Desse perfume único que se mistura na tua pele diferente das outras tantas. Dizer como chegas com a tua calma ao pé de mim, nesse passo de um pé à frente do outro, tão distinto, tão calmo!!!
E esse balançar de braços enquanto seguras numa mão as chaves do carro, a carteira, e o telefone que te esqueceste de por no bolso das calças.....
Queria falar disso e muito mais. Queria contar-lhes como és. O que pensas.....
Queria dissecar o teu mau feitio, mas não tens mau feitio !!!!
0ueria falar do teu tudo de bom. Esse jeito de saberes levar-me com essa tua forma de estar conscienciosa e calma.
Esse teu sentido de justiça empírico, que no limiar da profundidade consegue ser maior do que o meu. Esse teu passar pela vida dos outros sem indiferença.
O querer deixar este mundo melhor de como o encontraste.
Mas contive-me.
Achei que podiam gostar tanto de ti como eu. Ou mais ainda, sei lá eu!
E não é que isso seja mau!!!! Não é de todo!!!
Mas o meu egoísmo leva-me a querer fazer de ti segredo.
Como aqueles tesouros preciosos que não se partilham.
E não quero que te vejam através dos meus olhos.
Nem que te ouçam através das minhas palavras, que por mais justas que sejam, serão sempre as minhas.
Hoje quis falar de ti.
 Ainda que nem lhes explicasse sequer como são os teus abraços. Nem o teu olhar. Nem tantas outras coisas mais. Hoje quis falar de ti.
Mas guardei-te pra mim.



JU
(MJsP)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Dia 023/365

Porto - Foz

Miguel Esteves Cardoso, Como é que se Esquece Alguém que se Ama?

Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está? 

As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar. 

É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução. 

Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha. 

Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado. 

O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. 


Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'

Há coisas que não são para se perceberem.

"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.

O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contractos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que já,estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado,viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não.
Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também. "

Miguel Esteves Cardoso, in 'Jornal Expresso'

sábado, 4 de janeiro de 2014

Day 004/365 _____________Feel

FEEL....
Feel love,

Feel passion,
Feel the rain, the wind, the sun
Feel the music, the rhythm, the silence...
Feel....feel...feel everything.
Stop thinking and start feeling 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Day 3. MY TOWN _ (003/365)

well .... in my town would be so much beautiful things to photograph and show you!!
There are castles, churches, amazing historical monuments, there are mountains and valleys and hills and.....
in every corner of my city there is beauty

But i decided to show you the river that runs through my village.
I see him every day and every day i fall for him 




  #fmsphotoaday

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Day 2 . "Begins with G": GAMES (002/365)

Day 2 . "Begins with G":

Is a family tradition, playing checkers and chess on the evening of new year's Eve. And love to play those GAMES


  #fmsphotoaday

sábado, 28 de dezembro de 2013

O Céu não é o limite....

Não concordo quando oiço alguém dizer “o céu é o limite” !
O limite está na mente. E a mente consegue chegar muito além do céu, muito além das estrelas e da lua e dos cometas e planetas e ….
E o melhor de tentar alcançar e ultrapassar o limite da mente é, que no caminho, passas por tudo isso…. Pelo Céu, pela Lua, pelas estrelas, pelos cometas….
Já imaginaste o poder que tens na tua mente?


por JU
(MJsP)

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Chegaste……

Saudade é… “o amor que fica”
Esta frase bateu forte em mim e ficou.
Que mais bonita “definição” de saudade eu nunca ouvi!
……………
Tu foste…
O amor ficou.
Foi assim, mais ou menos assim.
E é mesmo assim que eu entendo a Saudade,
O amor que fica do amor que se ausenta.
Fiquei só,
Mas não me senti só.
Tudo me reportava até ti, até nós…
A cama com mais espaço durante a noite;
“Chega pra lá amor”
O acordar e a tua almofada vazia,com o teu cheiro;
“já estás com fome?”
O Pequeno almoço no sitio do costume;
“cadeira vazia… vou buscar uma revista”
Mmmmmmmmm
Que fazer com o tempo que me chega e não te trás?
Ver um filme?
Dar uma caminhada?
Vou correr?
Descansar?
Preciso encher este vazio que fica quando não estás!!!
Tu saíste,
A saudades chegou!
Mas não fico só,
Não me sinto só.
Estás comigo nos momentos que sempre vivemos os dois
E que fiz questão de os viver sozinha (os dois)
Estou contigo no amor que fica,
Estás comigo no amor que me deixas quando não estás.
Chegaste…… :)
O vazio encheu-se de ti :’)

Por JU
MJSP

domingo, 1 de dezembro de 2013

"Acreditar em forças sobrenaturais não é esoterismo: é realismo.


"És sobrenatural. É natural que te custe a acreditar. Mas és. És sobrenatural. És tu o inexplicável. És tu o inacreditável. És tu o insondável. És tu a força. És tu o milagre. És tu a virtude e o pecado, a punição e a recompensa. É depois de te ultrapassares enquanto força – e enquanto forças – que tornas o que fazes em sobrenatural: por sobre o que é natural. Acreditares que és capaz de fazer milagres não é esoterismo: é endoterismo. É a tua força. A de dentro de ti. Acreditares que és capaz, por ti mesmo, de fazer milagres não é esoterismo nem sequer endoterismo nem qualquer forma de histerismo. É realismo. Realismo de realidade, sim; mas ainda mais realismo de realização: de concretização. Ousa sonhar. Mas ousa, isso sim é o mais importante, REALIZAR."

in A LEI DE CHAGAS por Pedro Chagas Freitas

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Põe a palavra "impossivel" ao lado do meu nome

Em cada gesto teu,
Em cada olhar teu

Em cada palavra tua
Em cada pensamento teu
Põe a palavra "impossivel" ao lado do meu nome.

Não, não te peço isto, porque isto é um FACTO.

IMPOSSIVEL?
sim, há coisas impossiveis.
Qualquer coisa que me possa ligar a ti, 
ainda que em meros pensamentos é Impossivel. 

Sei que se diz que "não há coisas impossiveis"
Então se não há, eu vou fazer este Impossivel ser possivel de ser impossivel :)